Sobre que tema queres aprender?

Fica a par das últimas tendências do Marketing, Design e Tecnologia com a newsletter d’O Raio do Blog

Ao subscrever a nossa newsletter, concorda com o tratamento dos dados pessoais de acordo com a Política de Privacidade e Proteção de Dados.
A Inteligência Artificial chegou e está em todo o lado — até no design e no marketing. Agora, a questão que se coloca é: como é que usamos estas maravilhas tecnológicas sem perder a personalidade da nossa marca (e vender a nossa alma criativa)?
À medida que nos aproximamos de 2026, as redes sociais continuam a evoluir rapidamente, exigindo que marcas, agências e criadores de conteúdo estejam cada vez mais atentos às mudanças no comportamento dos utilizadores, às novas funcionalidades das plataformas e às exigências tecnológicas.
No cenário global cada vez mais competitivo, onde as cidades se tornam centros de negócios, turismo e cultura, o conceito de "city branding" ou “place branding” ganha relevância.

As cores estão tão presentes no nosso dia-a-dia que quase não lhe damos a devida importância. Na verdade, a cor é indissociável de várias áreas, desde ciência à arte, ou mesmo do técnico ao estético.

Cada elemento que escolhemos para uma peça gráfica tem o poder de transmitir mensagens e influenciar a perceção do público. Entre esses elementos do design, as formas desempenham um papel fundamental na forma como percebemos e reagimos aos elementos visuais.
2026 aproxima-se num cenário em que a pressão sobre o marketing é cada vez maior: mais concorrência, mais canais, mais tecnologia, mais IA e menos atenção disponível por parte dos consumidores. Nas PME, a realidade é muitas vezes semelhante: equipas pequenas, acumulação de funções e uma sensação permanente de que “falta sempre qualquer coisa”: tempo, orçamento, pessoas ou foco. O resultado é um esforço constante de comunicação, sem a tranquilidade de saber se esse esforço está realmente alinhado com os objetivos do negócio.

Ao desvendar alguns mitos podemos compreender melhor esta área profissional e colaborar melhor com os designers para criar a linguagem visual que dá forma ao nosso mundo.

As cores comunicam e são um ótimo veículo de persuasão

Seja no avião, no comboio ou com os pés enterrados na areia, há podcasts, livros, filmes e documentários que te podem ajudar a reavivar a faísca criativa. Aqui ficam 5 sugestões para manter a chama criativa nestas férias!

Na área do Design, a tomada de decisão é uma parte crucial do processo de criação de peças que atendam às necessidades e expectativas dos utilizadores. Para ajudar os profissionais a tomarem decisões mais informadas, utilizam-se dados que orientam as decisões de design. No entanto, estes métodos diferem na recolha desses dados, na sua abordagem e também nas suas fontes de informação.

Quando falamos de sustentabilidade no design gráfico, falamos da criação de prints e trabalhos digitais que não causam nenhum efeito nocivo para o ambiente. Isto envolve o uso de materiais ecológicos, do mínimo de recursos possível, de ferramentas digitais e de designs que incentivam as boas práticas.

Se não sabes como avaliar a saúde digital do teu negócio, damos-te 5 pontos chave para te orientares neste processo! 

 

À medida que as marcas procuram relacionar-se com uma audiência cada vez mais diversificada, o design gráfico inclusivo emerge como uma ferramenta poderosa para criar estratégias e produtos que transcendem barreiras. Este artigo explora cinco princípios fundamentais do design gráfico inclusivo e como as marcas os podem incorporar para ampliar o seu alcance e construir uma presença mais inclusiva e autêntica.