Só 2% das fontes citadas pela IA são sites de marcas. E agora?

Há alguns anos, quando queríamos encontrar uma empresa, um produto ou um serviço, o caminho era quase sempre o mesmo: Google.

Hoje, esse comportamento está a mudar.

Cada vez mais pessoas recorrem ao ChatGPT, Gemini, Copilot e outras ferramentas de Inteligência Artificial para pesquisar, comparar alternativas e até pedir recomendações.

Os anúncios chegaram ao ChatGPT. O que muda para as marcas?

A Inteligência Artificial já escreve textos, cria imagens, ajuda a montar campanhas, sugere audiências e automatiza uma série de tarefas que, há não muito tempo, faziam parte do dia a dia de qualquer profissional de marketing. Até aqui, nenhuma grande novidade. Mas há uma área onde a evolução começa a levantar outras questões: a análise de resultados.

A IA já está a analisar campanhas. O que fica para o marketer?

A Inteligência Artificial já escreve textos, cria imagens, ajuda a montar campanhas, sugere audiências e automatiza uma série de tarefas que, há não muito tempo, faziam parte do dia a dia de qualquer profissional de marketing. Até aqui, nenhuma grande novidade. Mas há uma área onde a evolução começa a levantar outras questões: a análise de resultados.

Regulamento IA (AI Act): o que muda para as PME a partir de 2 de agosto?

A Inteligência Artificial já faz parte do dia a dia de muitas empresas. Escreve textos, cria imagens, produz vídeos e ajuda a acelerar dezenas de tarefas de marketing.Mas a partir de 2 de agosto de 2026, entram em vigor novas obrigações previstas no Regulamento Europeu da Inteligência Artificial (AI Act) para determinados tipos de conteúdos gerados por IA.

Porque é que algumas marcas aparecem nas respostas da IA… e outras não?

Durante anos, a grande preocupação das empresas era relativamente simples: Aparecer na primeira página do Google, mas o cenário das pesquisas mudou. Cada vez mais pessoas recorrem ao ChatGPT, Gemini, Copilot ou às AI Overviews da Google para procurar informação, comparar produtos ou pedir recomendações. Em vez de escreverem duas ou três palavras-chave, fazem perguntas completas e esperam uma resposta pronta. Podemos dizer que a pesquisa está a mudar e, com ela, muda também a forma como as marcas são descobertas.

Reels: o novo motor de descoberta no Instagram

Durante anos, o Instagram funcionou de forma relativamente previsível: Publicavas conteúdo, chegavas aos teus seguidores e, em alguns casos, ganhavas alcance extra através de hashtags.
Hoje, a lógica não é a mesma. A maior parte do conteúdo que um utilizador vê já não vem de contas que segue, mas de sugestões algorítmicas.

Marketing reativo vs. marketing estratégico: diferenças na prática

No dia a dia de muitas marcas, o marketing é vivido em modo de resposta. Há um post para publicar, um concorrente que lançou uma campanha, uma tendência nova nas redes sociais, uma promoção para comunicar. Tudo acontece em cima da hora, tudo é urgente e quase nada é planeado. Este é o território do marketing reativo.

Do outro lado, existe uma abordagem mais estruturada, mais calma e mais eficaz a médio prazo: o marketing estratégico. Não reage ao que acontece, antecipa. Não se limita a executar, decide porquê e para quê.